Millenium Express adquire veículo

23 de Outubro de 2008 @ 09:59 por Antonio Xavier

A Millenium Express adquiriu mais um veículo para sua frota, um utilitário Iveco Daily 35S14.
Agora podemos fazer o transporte de equipamentos e materiais que não possam ser transportados em nossa Fiorinos.
Quando for enviar suas cargas, faça uma cotação conosco!
- Embarques para todo o território Nacional
- Frete Internacional com parceria FEDEX
- Transporte Aéreo e Rodoviário
- Sua carga segurada desde a coleta até o destino
- Veículos rastreados

Iveco 1 - Iveco 1

Millenium Express obtem registro no CRF para Transporte de Medicamentos

1 de Setembro de 2008 @ 09:54 por Antonio Xavier

CRF 1 - CRF 1

Serviço de motofrete da Millenium Express ilustra matéria sobre a Schenker do Brasil em revista alemã.

22 de Julho de 2008 @ 14:54 por Antonio Xavier

As fotos que ilustram a matéria sobre a operação da Schenker do Brasil, são da equipe da Millenium Express em São Paulo.

A Schenker Logistics é um dos maiores operadores logísticos do mundo, e a Millenium Express é parceira desde 2006.

imagem millenium - imagem millenium
imagem millenium 2 - imagem millenium 2

Millenium Express recebe Certificações da ABRAM (Associação Brasileira de Motociclistas)

21 de Julho de 2008 @ 13:16 por Antonio Xavier

No último sábado 19/07, a Millenium Express recebeu da ABRAM (Associação Brasileira de Motocilistas), 03 importantes Certificados:

- EMPRESA PARCEIRA DO MOTOCICLISTA

- COMENDA PROF. ULISSES NOGUEIRA DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

- CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO PELO APOIO NA CAMPANHA DO AGASALHO 2008

Essas certificações, são o reconhecimento do empenho e comprometimento dos colaboradores da Millenium Express.

Parabéns a todos.
resp. social 1 - resp. social 1PRAM cert. 1 - PRAM cert. 1certif. particip. 1 - certif. particip. 1

Os Pequenos Golpes

21 de Julho de 2008 @ 10:17 por Antonio Xavier

Data.: 21/7/2008
Fonte.: Luiz Marins

Há pessoas que perdem toda a sua credibilidade por darem “pequenos golpes”. Esses pequenos golpes acabam virando um verdadeiro vício. E a pessoa viciada em dar pequenos golpes chega a não mais perceber o mal que faz a si mesma, mais até que aos outros. As outras pessoas passam a evitá-la e, em alguns casos, até a ridicularizá-la. O mais interessante é que essas pessoas viciadas em dar pequenos golpes não têm necessidade alguma de fazer o que fazem. Acham-se espertas e quase sempre são donas da verdade e cheias de regras de moral para outras pessoas.
Os pequenos golpes vão desde tomar emprestado uma quantia pequena de dinheiro e não mais pagar ou alguma coisa e não devolver, até fingir que está doente para faltar ao trabalho.

Não são as grandes coisas que atraem esses pequenos golpistas. São as pequenas. O seu conceito de honestidade é volátil e justificam seus golpes afirmando que a outra pessoa é rica, ou “não vai se importar”. São parentes, amigos, colegas de trabalho que nos pedem favores pouco éticos e nos obrigam a dizer não. São os que usam de sua posição na empresa para conseguir favores pessoais, brindes e outras pequenas vantagens como convites para festas, etc. Certa vez vi cinco gerentes de empresas diferentes tomando um mesmo táxi após um evento e todos afirmaram que iriam apresentar a conta integral do táxi às suas respectivas empresas. E eram todos gerentes!

Há ainda os grandes que dão pequenos golpes em pessoas humildes. Atrasam o pagamento a pequenos fornecedores; deixam pessoas simples esperando na sala de espera e mandam dizer que não estão, pedindo para voltar outro dia para receber quantias pequenas, etc. A lista de pequenos golpes pode ser muito grande e sempre beiram a desonestidade e o desrespeito.

Cuidado para não cair no ridículo achando-se esperto ao dar pequenos golpes. Pode ter certeza que todos percebem sua atitude e o mais prejudicado será sempre você. Pense nisso. Sucesso!

Quando é impossível agradar

16 de Junho de 2008 @ 16:51 por Antonio Xavier

Data.: 16/6/2008
Fonte.: Luiz Marins

Muitas empresas, que fazem pesquisas de clima organizacional, têm observado que os funcionários se dizem sempre insatisfeitos, apesar de todos os benefícios e condições oferecidos pela empresa. Parece haver uma consciência ingênua de que seja possível haver algum emprego sem cobrança por resultados, ou pressão de tempo para atender as exigências de clientes. Há mesmo situações em que reclamar parece ter se tornado uma segunda natureza dos colaboradores. Reclamam de tudo. Se recebem dois salários de bônus, acham-se merecedores de cinco. O refeitório é ruim, o café não é dos melhores, o ar condicionado faz muito barulho, o chefe pressiona muito, os prazos são muito exíguos, os padrões muito rígidos, o uniforme muito feio, etc., etc. A lista de reclamações parece interminável.
O que tenho dito a essas empresas é que está realmente faltando “motivação” aos colaboradores. E por “motivação”, quero dizer, fazer os colaboradores entenderem os “motivos” da sociedade competitiva em que vivemos. Nunca tivemos tantos concorrentes, com qualidade semelhante e preços similares. A empresa que não fizer uma diferença, em atendimento, produtos e serviços, que o cliente valorize e pague, estará fora do mercado em poucos meses. Infelizmente, empresa não é lugar de descanso e lazer. É lugar de trabalho. Sem entender essa “motivação”, os colaboradores desenvolvem uma consciência ingênua de que no trabalho não deve haver pressão, cobranças, exigências, cumprimento rígido de padrões, normas e procedimentos.

Quero deixar bem claro que não estou advogando que a empresa não deva dar benefícios e condições dignas de emprego e conforto aos seus colaboradores. O que estou dizendo é que os funcionários não têm reconhecido o esforço da empresa nessa direção e reclamam sistematicamente, sem atentar para a realidade da própria empresa, das exigências dos acionistas e da concorrência acirrada em que vivemos.

Sei, desde já, que receberei dezenas de mensagens iradas de funcionários dizendo que eu protejo a empresa e os patrões em meus textos e nunca vejo o lado do empregado, do funcionário, do colaborador oprimido e explorado. Minha resposta a essas pessoas é que, se não suportam mais seus empregos, peçam demissão, pois afinal o emprego não é uma pena a ser cumprida nem foram a ele condenados os atuais empregados. Ao buscarem outro emprego verão como o mercado de trabalho não é fácil e talvez descubram que a empresa que deixaram não era tão ruim assim. Pense nisso. Sucesso!

Millenium Express recebe o Selo Trânsito Seguro CET 2008

30 de Maio de 2008 @ 15:09 por Antonio Xavier

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É com grande satisfação que comunicamos a todos que pelo segundo ano consecutivo, a Millenium Express recebe o Selo Trânsito Seguro CET.

“A gestão da segurança é um compromisso permanente que se estabelece com o treinamento e reciclagem dos colaboradores, com o registro de informações, com o controle e promoção da manutenção proativa, e com o controle de todo o processo de prestação do serviço do motofrete.” (Comentário extraido do relatório devolutivo da CET).

Agradecemos a todos os colaboradores que tornaram essa conquista possível.

Assassinos Organizacionais

27 de Maio de 2008 @ 08:58 por Antonio Xavier

Data.: 27/5/2008
Fonte.: rh.com.br

Na sua organização existem assassinos… Você sabia? Você é capaz de identificá-los? Não se assuste. Você pode ser um deles. Alguns indícios para identificá-los são as frases e expressões por eles usadas para desmotivar, bloquear a criatividade, matar idéias “no ninho”. Relacionamos uma amostra:
148 Frases Assassinas de Idéias

1 - Isso não me entusiasma nem um pouco. 2 - Ninguém vai comprar isso! 3 - A gente já tentou isso antes e não funcionou. 4 - Isso não se adapta ao nosso sistema. 5 - E quem é que vai fazer? 6 - Esse negócio vai custas uma grana! 7 - O diretor não vai gostar… 8 - Não está de acordo com os nossos padrões. 9 - Nós estamos preparados para fazer isso? 10 - Pelo amor de Deus!

11 - No duro mesmo, você não quer dizer isso, quer? 12 - Não se mexe em time que está ganhando. 13 - Ah, mas o computador não vai conseguir processar! 14 - Isso não faz parte da nossa imagem. 15 - Não é do nosso jeito. 16 - É simples demais! 17 - É complicado demais! 18 - Mas, até que ponto isso é válido? 19 - Não vai dar tempo de fazer. 20 - O que é que o pessoa vai dizer, hein? 21 - Não é a nossa… 22 - A gente está encompridando demais. 23 - O último que apareceu com essa idéia não está mais aqui. 24 - Boa idéia, mas implica em alguns custos…

25 - Isso é uma bobagem! 26 - O que é que isso tem de novo? 27 - E daí? 28 - Espere só até a gente ver quanto custa. 29 - A gente nunca fez nada igual, ou não? 30 - Alguém já fez alguma coisa igual, ou não? 31 - Você sabe que a gente tá numa bruta recessão, pô! 32 - De cara, eu não gosto. 33 - Você deve estar brincando! 34 - Eu ligo para você depois, tá? 35 - Ninguém vai dar bola pra isso. 36 - Fica melhor assim, quer ver? 37 - Desculpe, mas isso é uma droga. 38 - (Risos…) 39 - (Silêncio…). 40 - Argh! 41. Essa não é sua função. 42 - Isso não é trabalho seu.

43 - O que isso soluciona, cria de problemas. 44 - Isso não está de acordo com o jeito que a gente faz as coisas aqui. 45 - Eu já ouvi essa história antes. 46 - Eu já vi esse filme antes. 47 - Vamos formar um grupo de trabalho para estudar esse assunto. 48 - Vamos fazer uma pesquisa…49 - Semana que vem a gente fala disso. 50 - Isso só vai trazer pepinos. 51 - Por mim, tudo bem, mas… 52 - Os homens não vão deixar. 53 - Humm… 54 - Humm? 55 - Ah! Realmente. 56 - Ah, eu pensei que você fosse dizer outra coisa. 57 - Deixe comigo, eu vou estudar isso. 58 - Lembre-se que o nosso cliente é muito carente. 59 - Isso vai ferir a nossa imagem. 60 - Não é factível e pronto. 61 - Vamos ser realistas… 62 - Isso não é do meu departamento. 63 - Não vem que não tem. 64 - Tá fora de questão e ponto final.

65 - Não bagunce o coreto… 66 - Vamos lá, fale sério. 67 - Você está realmente propondo isso? 68 - Grande idéia, mas não para nós. 69 - Eu tenho uma idéia melhor. 70 - Todo mundo vai dizer que somos uns idiotas. 71 - Todo mundo vai dizer que somos uns apressadinhos. 72 - O que o público vai dizer? 73 - Vai ver isso no próximo mês. 74 - Estão falando nisso há anos. 75 - Não vai vender… 76 - Não vai funcionar. 77 - Não vai emplacar… 78 - Vai passar em branco. 79 - Vai pisar no calo de muita gente. 80 - O que é que os homens vão dizer?

81 - Deixe-me brincar de advogado do diabo. 82 - As feministas vão cair matando. 83 - Obviamente você interpretou mal o pedido. 84 - Você pensou nisso a fundo? 85 - Nós precisamos de alguma coisa mais excitante. 86 - Você realmente acha que funciona? 87 - Ninguém vai entender sobre o que você está falando. 88 - Ninguém vai saber de onde você tirou essa. 89 - Este é um assunto para outra reunião. 90 - Papo furado… 91 - Pô, outra vez? 92 - Isso resolve apenas uma parte do problema. 93 - Desse jeito nós vamos pro brejo. 94 - Por que esquentar com isso? 95 - Tente outra vez. O caminho é esse, mas… 96 - É, mas esse é um outro lado da história. 97 - Isso é muito tentador, mas… 98 - Isso é muito interessante, mas… 99 - Isso é realmente fantástico, mas… 100 - Tá, mas…

101 - Nunca fizemos isso assim. 102 - Não vai dar certo. 103 - Não dispomos de pessoal. 104 - Não dispomos de tempo. 105 - Não dispomos de verba. 106 - Não dispomos de recursos nem de tecnologia. 107 - Muito bom em teoria, mas na prática. 108 - Muito acadêmico. 109 - Muito moderno. 110 - Muito antiquado. 111 - Muito ousado.112 - Se fosse bom alguém já teria sugerido. 113 - Vamos ver isso outra hora. 114 - Você não entende nosso problema. 115 - Somos uma empresa muito pequena para isso. 116 - Já temos outros projetos. 117 - Estamos fazendo assim há vinte anos, para que mudar? 118 - Vamos pensar por algum tempo e aguardar os acontecimentos… 119 - A produção não vai aceitar.

120 - Vamos mais devagar. 121 - O sindicato vai gritar. 122 - Outra vez? 123 - Vamos por isso no papel. 124 - Não vejo a relação. 125 - O regulamento não permite. 126 - Vai provocar reações violentas. 127 - Parece bom mas não creio que dê certo. 128 - Vai aumentar o nosso trabalho. 129 - É muito cedo. 130 - É muito tarde. 131 - Se tivesse sugerido antes… 132 - Você não conhece o assunto. 133 - Nenhum novato vai querer me ensinar como fazer o meu trabalho. 134 - De tanto pensar morreu um burro. 135 - Cada um deveria resolver o problema de seu departamento. 136 - Isso é modismo, fogo de palha. 137 - Isso não faz parte da minha empresa. 138 - Sempre foi feito assim. 139 - De quem é a culpa? 140 - Temos que confiar desconfiando.

141 - Você é pago para fazer e eu para pensar. 142 - Não há clima para falar dessas coisas. 143 - Isso só funciona no Japão. 144 - Não há nada errado que uma redução de custos não ajeite. 145 - Amanhã faremos um plano. 146 - Isso precisa de mais análise. 147 - O que o chefe não sabe não causa dano. 148 - Voltemos ao verdadeiro trabalho.

Uma irmã gêmea da frase assassina que é muito utilizada para matar uma idéia, é a frase apologética que o próprio autor de uma idéia utiliza como introdução. Eduque-se para apresentar e defender idéias não com desculpas, mas com confiança. Portanto, quando você for apresentar ou defender uma idéia, nunca comece sua argumentação ou apresentação com essas frases:

1 - Isso pode não ser aplicável, mas…
2 - Só fizemos alguns testes preliminares…
3 - Isso pode não dar certo, mas…
4 - A fórmula é meio maluca, mas…
5 - Não sei se precisamos disso, mas…
6 - Pode não levar a nada, mas…
7 - Não sei se temos verba, mas…
8 - Será que vamos criar problema se…
9 - Acha que seria possível nós…
10 - Pode parecer inoportuno, mas…
11 - Pode levar muito tempo, mas…
12 - Não sei bem o que o senhor quer, mas…
13 - Você provavelmente também tem idéias acerca disso, mas…
14 - O senhor não vai gostar, mas…
15 - É contrário às normas, mas…
16 - A ocasião pode não ser propícia, mas…
17 - Esta idéia parece inútil, mas…
18 - O senhor pode fazer isso melhor, mas…
19 - Se eu fosse mais jovem e tivesse saúde…
20 - Acho que nossos concorrentes já experimentaram, mas…
21 - Não estou muito familiarizado com o assunto, mas…
22 - Talvez fique muito caro, mas…
23 - Não sei o que diz a literatura sobre o assunto, mas…
24 - Não está muito dentro do assunto, mas…
25 - Não examinei todos os ângulos, mas…
26 - O senhor vai rir, mas…
27 - Minhas opiniões não são muito brilhantes, mas…
28 - Não sou gênio, mas…
29 - Vai ser difícil convencer o velho, mas…
30 - Não tenho muito entusiasmo pelo assunto, mas…
31 - Pode não ser importante, mas…
32 - Isso precisa ser mais estudado, mas…
33 - Caso o senhor aceite a sugestão de um principiante…
34 - Não conheço todas as complexidades, mas…
35 - Fulano é contra, mas…
36 - Sei que não vai resolver o problema, mas…
37 - Se eu estiver errado diga, mas…
38 - É uma idéia muito sumária do que tenho em mente, mas…

Uma vez demonstrado o perigo da frase assassina ou destruidora de idéias, as pessoas procuram fugir do hábito, mas ele está tão arraigado na nossa vida funcional que precisamos nos reeducar para pensar criativamente, pensar de modo positivo e não negativo.

Sugestão bibliográfica -
- A Arte de Apresentar Idéias Novas, Eugene Raudsepp
- 99 Maneiras de Matar Uma Idéia, artigo de Alex Periscinoto, Folha de São Paulo

Luiz Carlos Moreno
Pedagogo e especializado em Andragogia.

9836 1  - 9836 1

Quem ajudou você a chegar até aqui?

26 de Maio de 2008 @ 09:33 por Antonio Xavier

Quem ajudou você a chegar até aqui?

Data.: 26/5/2008
Fonte.: Luiz Marins

Há pessoas que não têm nenhum compromisso com o passado. Esquecem-se, com incrível rapidez, das pessoas que as ajudaram a chegar onde chegaram, a ser o que são. Para elas vale o presente e a satisfação de seus desejos de poder ou mesmo de tranqüilidade e conforto. Se o desejo é de poder, passam por cima da história como um trator. Abandonam amigos, ex-companheiros e até familiares para atingir o que almejam. Se o desejo é de tranqüilidade e conforto, não se importam em ajudar os que os ajudaram quando essa ajuda exigir algum trabalho ou desconforto. Ignorando o passado e sua própria história, essas pessoas mais parecem máquinas do que gente. Vejo isso todos os dias. Depois que chegaram onde estão, sofrem de uma perda de memória total. Perdem a noção da história e afirmam a quantos queiram ouvir que só devem seu sucesso ao próprio esforço e capacidade.
Vejo isso acontecer com empresários, executivos, políticos, funcionários e até filhos. São filhos que se esquecem da ajuda dos pais. De quanto os pais se esforçaram, silentes sofredores, para que os filhos se formassem, pudessem estudar e ser hoje o que são. Conheço filhos ingratos que receberam muitos bens de seus pais e não pagam nenhum tributo de gratidão a eles. Pelo contrário, conheço muitos pais afetivamente abandonados por filhos que deles tudo receberam.

São empresários que fazem questão de não se lembrar de seu passado e das pessoas simples que lhes deram as mãos quando mais necessitavam. São executivos que se esqueceram de antigos chefes que os ensinaram a profissão. Isso sem falar dos políticos que sofrem de amnésia profunda quando chegam ao poder. A história política parece ser feita de ingratidões e infidelidades das criaturas aos seus criadores.

Esse descompromisso com o próprio passado é um pecado mortal aos que o cometem e a história nos mostra que para esse pecado, o inferno é aqui na terra, pois o ingrato sabe bem da ingratidão que comete e não engana a sua própria consciência. Além desse inferno pessoal, acabará sendo vítima do mesmo mal, pois os que porventura ajudar, receberá igualmente o esquecimento e a ingratidão.

Assim, faça uma lista das pessoas que o ajudaram, de uma forma ou de outra, a chegar onde está. Comece pelos seus pais, amigos, professores. Ao completar a lista, fale a eles de sua gratidão e, mais do que isso, não os abandone e faça a sua gratidão ser verdadeira em atos concretos de reconhecimento.

Pense nisso. Sucesso!

Que devo fazer para ser criativo?

21 de Maio de 2008 @ 10:30 por Antonio Xavier

Fonte.: rh.com.br

No primeiro milênio a carta de um rei foi interceptada por um súdito, que devido ao seu conteúdo, deu início a uma chantagem, cobrando pelo seu silêncio e estipulando um preço para sua devolução. O rei pagou aos melhores investigadores da época para que conseguissem reaver sua carta. Tais investigadores fizeram de tudo, destruíram móveis, cavaram buracos, tudo isto sendo infrutífero.
A curiosidade do rei foi maior do que a raiva por tamanha ousadia, o que o levou a chamar esta pessoa que o chantageava, fazendo-lhe a seguinte proposta: “Não me interessa mais teu silêncio, pago-te o dobro do que pedes, não para reaver a carta, mas para que me contes onde escondeste!” O súdito aceitou a proposta pegou o dinheiro e levou o rei e toda sua corte até seu escritório; em cima da escrivaninha, entre os papéis amassados estava a tal carta.

Este conto retrata o quanto as respostas estão no óbvio, na simplicidade e dentro dos próprios problemas. Não existe nada que nasça sem uma resposta. Utilizemos a palavra CRISE, tão famosa nos dias de hoje, onde podemos encontrar solução para ela? Uma palavra tão curta, simples e complicada ao mesmo tempo. Ao observarmos a palavra teremos, pelo menos, uma alternativa para sua resolução: ao tirarmos a letra “S” temos a palavra CRIE. Criatividade é o que também está em moda e até ouvimos: “temos que ser criativos”. Nós não temos, Nós Somos, todos nós já nascemos equipados para isto. O período mais criativo e rico de nossas vidas encontra-se quando temos entre quatro e cinco anos de idade. É a idade em que estamos curiosos, que fuçamos, que perguntamos, que mexemos, procurando fazer algo diferente.

Qual a criança que já não desmontou seu brinquedo para tentar conhecê-lo e modificá-lo? Através do lúdico, da liberdade de ação e do livre pensar, a criança cresce, aprende e amadurece. Com a idade ficamos com medo de sermos audaciosos, com medo das críticas e acabamos nos transformando em uma grande massa, “patinando” em conceitos antigos alterando apenas o design e não gerando novos conceitos. Criatividade é utilizar-se da espontaneidade e da visão holística, e dar vazão às “loucuras” de idéias que lapidadas podem tornar-se grandes cúmplices e aliadas do nosso desenvolvimento.

Existem alguns passos que podem contribuir e muito neste caminho:

- Colocar as questões em uma posição que nos permita uma visualização global. O nosso campo de percepção tem uma distância necessária para evitar distorções. Muito longe, fica faltando conhecimento, muito próximo (tatuado em nós), fica apenas uma visão parcial. Um bom exercício para exemplificar isto: Pegue um lápis, coloque próximo à testa, se você não soubesse que é um lápis, saberia identificá-lo? Afaste uns três ou quatro centímetros. Você vai vê-lo de forma parcial. Peça para alguém colocá-lo bem longe de sua vista, você consegue identificar detalhes deste objeto? Aproxime até que consiga enxergá-lo bem, agora movimente o lápis para poder ter acesso ao objeto em todas suas dimensões. Ou seja, quando as coisas estiverem muito tensas, com muita dificuldade, pare, saia da situação por alguns momentos; tendo o cuidado de não sair por muito tempo para a distância não ficar muito longa e dificultar o seu acesso.

- No momento de criação esqueça as críticas, elas vão aparecer no momento do desenvolvimento do projeto.

- Divida a situação com outras pessoas. Cada um vai possuir um campo de visão diferente, enriquecendo, algo que talvez sem esta contribuição fosse inútil.

- Utilize o exemplo da criança, através do lúdico, podemos aprender muito. Não diga “não sou mais uma criança”. Nós somos um kit completo, com bagagem para sermos aquilo que queremos.

- Explore suas idéias, não necessariamente nos locais de trabalho. Existe uma peça teatral de grande sucesso que foi gerada, no momento em que o escritor estava lendo os classificados de uma revista.

- Liberte-se da mesmice em suas horas de lazer. Temos a tendência de freqüentarmos lugares da moda ou de voltarmos para lugares de que já gostamos de estar.

- Pergunte-se: “Estou olhando ou enxergando o que está a minha volta?

- Movimente-se. Isto proporciona um ângulo diferente das coisas. Quando observo a minha rua de uma janela é diferente do que vejo quando estou caminhando nela!

- Utilize conceitos antigos como alicerce não como uma prisão.

- Seja ousado, arrisque ser diferente.

- Tenha audácia.

- Experimente vivenciar os desafios com bom humor.

- Curta suas vitórias, mas se lembre que neste momento elas já fazem parte do passado. O “aqui/ agora” é que estão mais próximos do futuro.

“Sempre foi feito assim”. Esta frase é muito ouvida nos meios profissionais ou “em time que está ganhando não se mexe”, isto é o que eu chamo de verdadeiros calabouços dos nossos sonhos produtivos e idéias progressivas. Calabouço porque se fica deteriorando em algum lugar e como nada é estanque. O “velho modo”, de se fazer alguma coisa pode parecer o “único modo”. Podemos ficar cegos a novas idéias e soluções. Seja qual for o ramo de atividade, entender isto é absolutamente vital para o futuro de uma profissão.

Para concluir acho interessante o jogo dos antônimos para utilizarmos como reflexão:

O antônimo de mulher é homem; de forte, fraco; de claro, escuro; de preto, branco.

Agora responda: Qual antônimo de verde?

Se você não ficou direcionado/aprisionado ao conceito cor da palavra conseguiu responder que o antônimo de verde é maduro.

Oleni de Oliveira Lobo
É psicóloga com especialização em Psicodrama Terapêutico, pós-graduada em Gestão da Qualidade, consultora em RH e professora.